A Reforma Tributária manteve o Simples Nacional, mas isso não significa que tudo continuará igual. As regras do regime não mudam agora, porém o ambiente tributário ao redor dele muda bastante — e isso exige atenção.
Índice
Toggle1. O Simples continua, mas o impacto indireto é real
Empresas que compram de negócios do Simples terão menos crédito de IBS e CBS. Isso pode reduzir competitividade e pressionar preços, especialmente para quem vende para outras empresas.
2. Surge o “regime misto”
A Reforma permite que empresas do Simples recolham IBS e CBS fora do DAS. Pode ser vantajoso — ou pode aumentar a carga tributária. Sem análise técnica, o risco de escolher errado é grande.
3. A transição será longa e cheia de ajustes
Até 2033, novas regras, alíquotas e interpretações vão surgir. Empresas que não forem acompanhadas de perto podem pagar mais impostos do que deveriam.
4. A contabilidade passa a ser decisiva
A Reforma exige uma contabilidade que:
- entenda o novo sistema;
- saiba avaliar se o Simples continua sendo o melhor regime;
- oriente sobre o regime misto;
- acompanhe as mudanças ano a ano.
Se a contabilidade atual não está explicando essas mudanças ou não está preparando sua empresa para o novo cenário, isso é um sinal claro de alerta.
Conclusão
O Simples Nacional permanece, mas o jogo mudou. E, diante da Reforma, ficar com uma contabilidade desatualizada pode custar caro. Empresas que se anteciparem terão vantagem competitiva; as que esperarem podem perder espaço
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